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Como alimentar seu roedor de estimação

24/05/2017

A ração extrusada ajuda no desgaste dos dentes dos roedores, bem como no processo de fabricação e extrusão, promovendo o aumento da digestibilidade dos roedores, tornando mais fácil a absorção dos nutrientes. A extrusão faz com que as rações sofram um processo de um pré-cozimento, tornando mais fácil essa digestibilidade, além de ter níveis de garantia ideais e de acordo com as exigências nutricionais dos roedores.

Por ser balanceado corretamente, o uso da extrusada evita problemas decorrentes de má nutrição, como excesso de gordura e deficiência de vitaminas, minerais e aminoácidos, provenientes das dietas à base de sementes.

Por causa da alta temperatura no processo de extrusão, são eliminados possíveis patógenos que possam contaminar os ingredientes. Isso garante maior qualidade e elimina riscos de intoxicação alimentar. Há ausência de agrotóxicos nas extrusadas, por outro lado eles podem estar presentes nas sementes, verduras e frutas.

Uma particularidade muito importante na dieta dos pequenos roedores em geral, é a necessidade de uma fonte externa de vitamina C (ácido ascórbico). Eles precisam do nutriente, porque não possuem a enzima responsável pela síntese do ácido ascórbico a partir da glucose. Assim, precisam ingerir a vitamina, para não terem problemas de saúde. Quantidades insuficientes de ácido ascórbico na dieta causam o aumento da susceptibilidade a doenças e alterações na resposta do sistema imunológico. A deficiência de ácido ascórbico pode causar pêlo áspero, anorexia, fraturas espontâneas, diarreia, ranger dentes, vocalizações devido à dor, atrasos na regeneração de feridas e muitos outros sintomas, que afetam a saúde e o bem estar do roedor.

Um adulto não reprodutor necessita de 10 mg/kg diários de vitamina C. Já as fêmeas gestantes necessitam de cerca de 30mg/kg, para suprir suas exigências nutricionais. Vegetais e frutas, como pimentão verde, vermelho, brócolis, tomate, kiwi e laranja possuem muita vitamina C são importantes para a dieta do animal. Outros, como salsa, espinafre e couve possuem valores elevados de ácido ascórbico, no entanto, precisam ser fornecidos com moderação, pois também possuem níveis elevados de cálcio e oxalatos, que podem ocasionar a urolitíase.

A ração da Nutriave conta com proteína, fibra e é suplementada com ácido ascórbico, contando com aveia com casca e sem casca, flocos de milho, semente de girassol, amendoim, semente de abóbora, quirera de ervilha, arroz agulha, girassol cártamo, amendoim com casca, milho integral, soja micronizada, quirera de arroz e semente de linhaça. Caso queiram complementar com feno e alimentos frescos não podem ultrapassar os 10% da dieta diária do animal.

Entre os roedores que possuem particularidades na alimentação está a Chinchila. Na natureza, a dieta dela pode ser composta de folhagens, arbustos, cujas partes lenhosas são fontes de fibras, e plantas herbáceas. Além disso, as chinchilas ainda podem ingerir ovos de aves e insetos. Já os animais domésticos ficam bem nutridos com ração extrusada de boa qualidade. A ração deve conter de 16 a 20% de proteína bruta, entre 2 e 5% de gordura e de 15 a 30% de fibra.

Alimentos muito calóricos devem ser evitados, como a semente de girassol.

Quantidade de ração por dia:

Ratos – 30 a 50g;

Camundongos – 5 a 15g;

Hamster – 10 a 20g;

Porquinho-da-Índia – 60g;

Chinchila – 30 a 40g.

O consumo pode variar dependendo do tamanho, nível de atividade e estado fisiológico do animal.


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